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Escrito por FOSP Campinas
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Sex, 17 de Dezembro de 2010 13:48 |
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Hino espanhol, vertido para o português, cantado em todos os Congressos Operários do Brasil Filhos do Povo, sofreis em extremo, -Lenta agonia, sem luz e sem ar, Mais vale o esforço dum ato supremo, Se a vida é pena, mais vale lutar! Esse vil mundo que atroz vos consome, Sobre esses ombros, despótico está; Lançai-o à terra, matai-o de fome, -Força suprema que o braço nos dá. Ah, Revolução Abre o porvir! A exploração Há de sucumbir! Levanta-te povo leal Ao grito da Revolução Social! Ação, ação! Não pedir leis! Valor e União Que livres sereis! Tomai de vez O bem estar Contra a burguesia Lutar! Lutar! Quando num gesto viril, soberano, Numa revolta de Ateu produtor, O homem dissipe neblina de engano, Retorne a terra, repila o senhor. Sobre os escombros, a livre Comuna, Sem leis nem amos viva surgirá; Que a liberdade na vida nos una, Se tudo é de todos, escravos não há!
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Sindicalismo Revolucionário |
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Escrito por Angelo Soave
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Dom, 07 de Junho de 2009 20:46 |
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Sindicalismo Revolucionário “Corrente pequeno-burguesa semi-anarquista, que surgiu no movimento operário duma série de países da Europa Ocidental no fim do século XIX. Os sindicalistas negavam a necessidade da luta política da classe operária, o papel dirigente do partido e a ditadura do proletariado. Pensavam que os sindicatos, pela via da organização de uma greve geral operária sem revolução, podiam derrubar o capitalismo e tomar nas suas mãos a direção da produção.” Fonte: Lenin - Obras Escolhidas em 3 Tomos. A definição limitada acima revela a má fé do escritor. Naquele ponto, estava preocupado em desobstruir e mover os obstáculos que tinha à sua frente e à sua concepção do que seria o processo revolucionário (um partido único controlando o Estado e o aniquilamento de todos que forem contra, mesmo que fossem aliados). O que Lênin não expõe é que o sindicalismo revolucionário já estava ligado a 1ª Internacional e entendia ser parte do processo revolucionário de transformação da sociedade, da abolição das relações de exploração e opressão. Não negava a luta política, só era contra o modelo parlamentar (da 2ª Internacional em diante, muito difundida pela “social-democracia”, que eram os marxistas que se apropriam de um termo usado primeiro por Bakunin em seu grupo de afinidade, Aliança da Social Democracia, grupo de defesa da 1ª Internacional em princípios de federalismo e descentralismo e total autonomia dos grupos vinculados a AIT). Conseqüentemente se opunham a uma ditadura de qualquer classe sobre outra e a formação de partidos proletários, por entrarem no sistema e tornarem a luta revolucionária, uma luta reformista. A questão da greve geral era uma concepção revolucionária e estava sim agregado a um conceito de ocupação e autogestão dos meios de produção, retomando a produção após a expulsão dos patrões, diretores, chefias e todos que controlam a produção no modelo capitalista. Isso será feito “sem revolução”? Má fé do senhor Lênin com toda razão! Isso foi tão importante que ele próprio e o bolcheviques se aproveitaram das ocupações de fábricas e dos “sovietes”, que nada mais era de que “assembléias populares” onde, de forma coletiva, orientava e geriam as ações e as produções, tendo como apoio os trabalhadores e os sindicatos obreiros. Os bolcheviques assumiram os cargos controladores dos sovietes e começaram a dirigi-los, transformando em aparelhos do partido ("correias de transmissão"), acumulando poder que logo foi virado contra o povo russo, que sofreu com uma “ditadura proletária” do partido comunista russo, tendo Lênin como o primeiro ditador, Trotsky como seu algoz e chefe do exército vermelho que não só defendeu contra as forças da burguesia, como erradicou e mandou fuzilar milhões de revolucionários por não agirem como eles queriam (veja Kronstad e a Comuna Golai-Poule, na Ucrânia). |
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Uma perspectiva histórica da FOSP-COB-AIT |
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Escrito por FOSP-COB
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Sex, 13 de Fevereiro de 2009 20:11 |
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Uma perspectiva histórica da FOSP A Federação Operária de São Paulo foi fundada em 1905, reunindo organizações de trabalhadores, Associações de Resistência e Sindicatos de varias categorias. O Brasil teve um processo de industrialização chamado tardio e marginal que inicialmente foi de substituição de produtos importados como tecidos e alimentos principalmente, por terem suas plantas industriais baratas e acessíveis. As tecnologias mais avançadas da época eram muito caras, além de não estarem disponíveis. Neste ambiente, era necessário também mão-de-obra barata. |
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Entrevista com Diego Giménez Moreno |
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Escrito por Max Nettlau
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Dom, 25 de Janeiro de 2009 13:51 |
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Entrevista com Diego Giménez Moreno, militou na juventude libertária e na CNT-FAI em 1936 1)CNT, FAI e JJLL: Precedentes históricos (até junho de 1936). FAI – Federación Anarquista Ibérica – Foi constituída no ano de 1927, num encontro de um grupo de anarquistas espanhóis e portugueses em Valencia, Espanha, com a finalidade de reunir o Anarquismo Ibérico e era formada por grupos de afinidade. Na Espanha considerava-se que esse movimento também reforçava o Anarco-sindicalismo. JJLL – Federación Nacional de Juventudes Libertárias – Foram organizadas durante a 2a República Espanhola de 14 de abril de 1931, reforçando junto com a FAI e CNT, a luta contra o sistema. CNT – Conferación Nacional Del Trabajo – Tanto a FAI quanto a JJLL, militavam na CNT: como trabalhadores eram filiados. Militavam nos sindicatos como trabalhadores ou como produtores. |
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Última atualização em Dom, 25 de Janeiro de 2009 13:56 |
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Escrito por Max Nettlau
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Seg, 11 de Agosto de 2008 12:14 |
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É a sigla de Sindicato de Artes e Ofícios Vários. A fundação ou formação de um SINDIVÁRIOS é uma tática de unir militantes do sindicalismo revolucionário em regiões onde não é possível criar uma organização de resistência especifica por ramo de produção. Sua formação é livre e adesão é sempre pautada pelos principios da Associação Internacional dos Trabalhadores (AIT), ou seja, pelo sindicalismo revolucionário, também conhecido como anarcosindicalismo. |
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Última atualização em Qui, 15 de Janeiro de 2009 19:29 |
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