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Entrada Publicações COB-AIT A Plebe Campinas A Plebe Campinas nº 52 - Março 2011
A Plebe Campinas nº 52 - Março 2011 PDF Imprimir E-mail
Escrito por Sindivários Campinas   
Ter, 01 de Março de 2011 20:38

Março: Mês de luta feminina


Deve-se em março, resgatar os inúmeros lutas que as mulheres levam para reconhecimento de sua expressão de igualdade e pela justiça social. Março é marcado por protestos, greves e ações que procuram motivar a organização feminina.
A luta econômica, emancipação não é exclusividade feminina, mas a consciência de luta nesse processo deve reparar erros e posições machistas, paternalistas que subordinam mulheres aos homens e toma todo cuidado de não inverter isso através de uma opressão de mulheres sobre os homens e outras mulheres, porque existe a tendência de valorizar as mulheres pelo sistema capitalista, de entregar cargos de mando o que não torna a relação de exploração e opressão menor, muito ao contrário, cria-se uma falsa ilusão que ao se ter mulheres no comando ou que recebam igual aos homens, a desigualdade social diminuirá. O que é mentira, já que a lógica de exploração e opressão está além da relação de gênero, cor ou credo.
Historicamente temos relatos de inúmeras atrocidades contra mulheres, crianças e idosos, vitimas do processo de exploração e opressão com o objetivo de saciar a ganância e cobiça do capital.

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Questão do Salário


Nenhum trabalhador ganha salário e sim produz riquezas, das quais recebe uma ínfima parte. É errado e ilusório quem diz que ganha salário e que ganha bem. Não há salário que seja justo e que expresse o trabalho produtor de riqueza. Um trabalhador digno recebe pelo que produz, não “ganha”, como se fosse uma questão de sorte ou pela bondade dos patrões empregadores.
O trabalho é um resultado social e coletivo e portanto deve ser levado em conta ao se discutir tal assunto, ou seja, quando um empresário, patrão, empregadores em geral acumulam riquezas e delas tiram pequenas parcelas para dividir fixamente por tantos trabalhadores que produziram toda a riqueza na forma de pagamento de salário, isso é um roubo perpetrado pelo empresário, empregador, patrão ou qual seja o seu sinônimo a qual damos a alcunha de ladrões. Mesmo considerando que tais empresários, empregadores, patrões sejam os mais “honestos”, cumprindo os compromissos contratuais previstos por lei, isso tudo não passa de uma enganação aos trabalhadores, uma vez que grande parte do que produzem fica com o patronato, na forma do que se chama lucro.

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